O que é cobrado na prova teórica
A prova avalia o conteúdo ministrado ao longo das aproximadamente 30 horas-aula do curso de reciclagem, previsto no art. 268 do CTB e atualmente regulamentado pela Resolução CONTRAN nº 1.020/2025, distribuído principalmente entre: legislação de trânsito e sinalização, direção defensiva, noções de primeiros socorros e relacionamento interpessoal no trânsito. As questões costumam ser de múltipla escolha, seguindo o mesmo formato das provas teóricas de habilitação, mas com foco no conteúdo específico da reciclagem.
Critérios de aprovação
| Critério | Padrão de referência |
|---|---|
| Número de questões | Mínimo de 30 questões |
| Nota mínima para aprovação | 70% de acerto (21 questões corretas, em uma prova de 30) |
| Primeira reprovação | Pode repetir a prova depois de alguns dias, mediante nova taxa |
| Segunda reprovação | Necessário repetir o curso completo antes de nova tentativa |
💡 A prova costuma ser presencial, mesmo com curso EaD
Mesmo quando o curso é realizado inteiramente em EaD síncrono, é comum que a prova teórica final precise ser realizada presencialmente no órgão de trânsito ou em local credenciado, dependendo das regras específicas do DETRAN de registro da CNH. Vale sempre confirmar esse detalhe com a instituição de ensino antes de concluir o curso.
Como se preparar para aumentar as chances de aprovação
Acompanhe todas as aulas com atenção, já que o conteúdo cobrado na prova segue diretamente o material ministrado;
Anote os principais pontos de legislação de trânsito, sinalização e direção defensiva ao longo do curso;
Revise materiais complementares fornecidos pela instituição, quando disponíveis;
Se possível, faça simulados de prova teórica antes da data oficial;
Chegue com antecedência ao local da prova (quando presencial), evitando qualquer imprevisto de última hora.
Caso prático: motorista que reprovou na primeira tentativa
Um condutor, mesmo tendo acompanhado todas as aulas, reprovou na primeira tentativa da prova teórica por poucos pontos, muito por conta de ter estudado às pressas no dia anterior. Orientado a aguardar o prazo mínimo exigido para nova tentativa, ele revisou com mais calma o material do curso, fez anotações organizadas por tema e, na segunda tentativa, foi aprovado com folga.
Esse caso mostra que uma primeira reprovação não é o fim do processo — mas reforça a importância de se preparar adequadamente antes da segunda tentativa, já que uma nova reprovação exigiria repetir todo o curso, atrasando ainda mais a recuperação da CNH.
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